- Revoluções artísticas
- Expressionismo
MUNCH, Edvard. O grito. 1893. Óleo,
têmpera e pastel em cartão, 91 x 73,5 cm.
O mundo passa a ser expresso de forma marcante e exagerada, semelhante à caricatura é forte a presença de cores e traços.
Destaca-se no expressionismo, o pintor norueguês Edvard Munch.
- Cubismo
PICASSO, Pablo. Moça com bandolim. 1910.
Óleo sobre tela, 100,3 x 73,6 cm.
Para a sociedade acostumada com o tradicionalismo artístico, o cubismo foi um choque. Pinturas feitas a partir de figuras geométricas permitia ao pintor expressar um tema de diversas formas, o que dependendo do ponto de vista do observador, a perspectiva poderia ser diferente.
O cubismo teve início em 1907, com Pablo Picasso e Georges Braque, que obviamente, são os percursores e destaque da tendência.
- Futurismo
TELES, Gilberto Mendonça. Vanguarda europeia e modernismo brasileiro.
2. ed. Petrópolis: Vozes, 1972. p. 66. (Fragmento)
A partir de 1909, alguns artistas começaram a negar-se a exaltar o passado na arte, para eles, o passado é algo que está irremediavelmente morto, tais artistas ficaram conhecidos como futuristas, pois além de não exaltarem o passado, eles exprimiam muitos aspectos característicos do mundo moderno; o agito, a velocidade, a energia formavam a palavra chave do movimento futurista, dinamismo.
O líder futurista foi o poeta italiano Filippo Marinetti
- Abstracionismo
KANDINSKY, Wassily. Prazeres. 1913. Óleo sobre a tela, 109,8 x 119,7 cm.
No abstracionismo, não há preocupação nenhuma com a realidade. É marcado pelas cores, pela ausência de formas definidas, ausência de sentido lógico.
Um dos principais nomes do abstracionismo é o russo Wassily Kandinsky.




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